Para entender o que é liberdade, é necessário entender o que cria o sentimento de escravidão. O sentimento de escravidão decorre de apego à crenças, hábitos, pessoas e características da própria personalidade. Há escravidão decorrente da tentativa de atender expectativas alheias. Há escravidão decorrente das próprias fraquezas internas. Há escravidão decorrente da necessidade de consumo, produzida pela mídia. Há escravidão decorrente da necessidade de atender regras sociais. As escravidões, em geral, foram adquiridas. Não fazem parte da natureza original do SER. Conhecendo a origem e a natureza das escravidões, posso diminuir consideravelmente seus efeitos. Esta reconquista interna conduz à auto-soberania. Com a auto-soberania, desenvolvo minha individualidade, ressalto qualidades que me são próprias e ganho o respeito das pessoas. Com a auto-soberania exerço maior poder sobre meus pensamentos, palavras, ações, tempo e energia, e, consequentemente, maior influência sobre o ambiente onde vivo. Esta reconquista interna nos conduz ao SER original: alegre, pacífico, amorável, compassivo.
A verdadeira liberdade escrito em terça 06 outubro 2009 14:42
A IMPORTANCIA DA AUTODETERMINAÇÃO escrito em terça 06 outubro 2009 14:36
Não podemos viver para os outros.
Não podemos ser o que os outros querem que sejamos.
Muitas vezes é mais fácil tornarmo-nos o que os outros desejam, mas, ao fazê-lo, renunciamos aos nossos sonhos.
Realmente somos a nossa felicidade.
Esta é uma verdade tão simples, mas é a causa de muito sofrimento humano.
Possuímos tudo que precisamos para nos tornarmos o que potencialmente somos.
Tudo que precisamos é aceitar isso.
Devemos aceitar-nos como somos, com todo nosso potencial.
Devemos dar impulso em direção à auto-realização, de uma forma pacífica, paciente e disciplinada.
Com muita ousadia devemos nos voltar para dentro e livrarmo-nos da tirania da exterioridade.
Não devemos ser mais simplesmente manipulados por forças poderosas. Nós somos a força poderosa.
Mas não devemos ter o desejo de controlar, possuir ou dominar.
Devemos determinar o nosso caminho. Influenciar as circunstâncias bem como estarmos à sua mercê.
Não podemos fugir disso. Ou estaremos nos enganando.
amizade verdadeira. escrito em domingo 04 outubro 2009 21:20
Amigas! escrito em domingo 04 outubro 2009 20:52
Há quem diga que mulheres, quando são amigas, ficam insuportáveis, porque concordam sempre uma com a outra e não se DESGRUDAM. Há quem diga que as mulheres são falsas e fofoqueiras A VERDADE é que é muito BOM ter AMIGAS Aquela pra quem você CONTA ABSOLUTAMENTE TUDO, e sente que foi entendida. Aquela que te dá BRONCAS e manda você PARAR de gostar daquele menino que SÓ te fez MAL. Aquela que ABRAÇOU em silêncio e sentiu você CHORAR,Aquela que ouve quando você está APAIXONADA e passa HORAS falando do MESMO assunto, Aquela que parece sua mãe, e VIVE pra te dar CONSELHO. Aquela que te deu o CONSELHO CERTO, que você NÃO OUVIU! Aquela que presenciou o MAIOR MICO, SEGURA SEU BRAÇO quando você TROPEÇA, Aquela que IRRITA, mas que você NAO IMAGINA vida SEM ela. Aquela que defende você de tudo e de todos. E tem também AS MELHORES AMIGAS, aquelas, que são SIMPLESMENTE aquelas
bigs friends escrito em domingo 04 outubro 2009 20:20
Loucos e Santos
Escolho meus
amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela
pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de
hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em
mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão
pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior
alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade
seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de
aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e
velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos,
nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e
estéril.

